A felicidade para o jovem (no mercado de trabalho)
ESPM-SP recebe o 7º Fórum GCET e discute o jovem no mercado de trabalho

Debate sobre o jovem no mercado de trabalho durante o 7º Fórum GCET. Da esquerda para a direita: Ismael Rocha Jr., Ricardo Rios, Maria Eduarda Lomanto, Renata Avediani, Lilia Vieira e Sofia Esteves
O Auditório Renato Castelo Branco da ESPM-SP foi o palco do 7º Fórum GCET (Grupo de Coordenadores de Estágios e Trainees). O encontro reuniu profissionais de recursos humanos de grandes empresas e foram discutidos os resultados da primeira edição do guia As melhores empresas para começar a carreira, da família Você S/A da editora Abril. O evento foi organizado pelo CINTEGRA – Centro de Integração da ESPM.
A coordenadora da edição e editora-assistente da revista Você S/A, Renata Avediani, explicou como foi feita a pesquisa para chegar ao ranking do guia. “É uma pesquisa pioneira. Quando pensamos em fazer o guia, buscamos benchmark, mas vimos que não existia”, explicou. O objetivo do painel foi avaliar políticas e práticas em empresas com mais de 200 funcionários em relação aos jovens. A amostra colheu a opinião de 29 mil deles. A nota final da para cada empresa foi denominada Índice de Felicidade do Jovem – IFJ –, e contou com a participação de 270 empresas.
Renata falou de algumas características das empresas apuradas pela pesquisa, como o fato de 60% delas serem multinacionais e 64% de grande porte. O dado mais polêmico, muito discutido durante o debate posterior, foi o fato de não existir em nenhuma delas uma presidenta.
A média de idade dos respondentes é de 24 anos e 7 meses e 77% deles já tinham tido experiência anterior. A diferença entre homens e mulheres no mercado de trabalho é percebida em discrepâncias salariais. Enquanto o teto para as mulheres está em R$ 4.980,00, para os homens está em R$ 6.640,00.
A expectativa dos jovens nas empresas é diversificada. Um quarto pensa na carreira, 22% no reconhecimento e 20% na remuneração. “O que os números mostram para a gente? Mostram que eles querem tudo ao mesmo tempo”, avaliou Renata.
Qualitativamente, foi verificado na pesquisa que esses profissionais esperam coerência de seus superiores. “Um chefe ruim detona todo o clima, investimento e políticas da empresa”, disse a coordenadora. Entre os pontos fortes destacados pelos jovens destaca-se o orgulho de pertencer àquela marca ou empresa e a vontade de contribuir para as decisões da empresa.
O ranking das dez melhores empresas foi:
- 1.Vivo
- 2.P&G
- 3.Ibis
- 4.Dow
- 5.Redecard
- 6.Banco Bradesco
- 7.Dupont
- 8.Cielo
- 9.Nextel
- 10.Promon
Veja a apresentação que Renata trouxe para ilustrar a palestra:
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