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Dia das Mães

Autor: José Luiz Tejon
06 mai
"O dia das mães, venha de onde vier a sua mãe, significará sempre um dia de agradecimento"

Um dia clássico no calendário. O dia para quem já não tem mais a mãe viva, se recordar fortemente. Para quem tem a mãe viva, é a oportunidade para aproveitar e celebrar. Para quem não teve a oportunidade de ver e conhecer a sua mãe biológica, imaginar e mandar energias carinhosas. Também é dia para quem teve mãe e foi abandonado por ela; dia para compaixão.

Para quem teve uma mãe muito severa, uma mãe que cometeu erros na criação, que deseducou ao invés de educar, que não teve a capacidade de cuidar, corrigir e amar, é uma data para admirá-las. É tempo para repensar: “Quem foi a pessoa que fez esse papel de mãe?”

Seja qual for a nossa situação, não somos nada e não chegamos até aqui sem uma mãe, ou às vezes várias mães ao longo da nossa jornada, principalmente nas fases até os dez, doze ou quinze anos de idade.

Somos uma cópia das nossas mães. Por vezes, uma cópia invertida quando nos tornamos o oposto dela, isso também existe! Filhos e filhas que brigam diuturnamente com a mãe e mães que se escalpelam todos os dias com os filhos. Mãe é mãe.
O adulto que brigava muito com a mãe na infância e juventude, o que cabe raciocinar nessa data? Amor! E o que não teve a mãe presente, o que se deve pensar nesse dia? O melhor seria refletir sobre como intensificar a sua própria presença com as suas crianças. E aquele que teve a mãe adotiva? Ah! Para essa reflexão é preciso o amor, deve-se amar muito, intensamente! Pois é digno dar à luz, mas espetacular mesmo é criar o filho da outra.

O dia das mães, venha de onde vier a sua mãe, significará sempre um dia de agradecimento. Com ela ganhamos a vida e isso significa ter ganho na loteria. A partir disso, devemos tomar para nós a responsabilidade de agregar valor a essa vida que nos foi dada.

Eu venero a minha mãe biológica, Benigna, de Astúrias, Espanha, a qual não me recordo fisicamente. Mas, sei que salvou a minha vida ao vir para o Brasil como imigrante. Era sozinha e estava grávida de seis meses. Nasci em Santos; ela não conseguia cuidar de mim. Fui adotado por um outro casal de imigrantes, Antonio, que era Português e nasceu de Trás os Montes, em Chaves. Sua esposa era Rosa Hoffmann, nasceu no Morro da Canastra, Rio Grande do Sul, na colônia alemã. Rosa foi a minha mestre, minha heroína, minha guerreira que me ensinou a resiliência, a beleza, a coragem e o amor.

Rosa já é falecida. E tem algo do que me arrependo? Sim. Eu me arrependo de não ter prestado toda a atenção que deveria quando era viva. Se pudesse voltar no tempo, eu prestaria muito mais atenção em cada momento da minha eterna Rosa. Aprendi muita coisa, mas foi pouco, então, como conselho para você leitora e leitor, eu peço: Aproveite sua mãe viva e preste muita atenção nela. Admire-a, curta suas expressões, dê risada com suas esquisitices, transforme em humor suas broncas, se apaixone por seus defeitos, por mais estranhos que possam parecer, pois se um dia você pudesse voltar no tempo, daria tudo para ver sua mãe fazer de novo as mesmas coisas. Coloque seus olhos nas virtudes, nas coisas ascensionais e evolutivas que ela tem. Preste atenção no melhor dela, pois esse será o grande sonho que irá alimentar a sua vida concreta e real.

Se você não tem uma mãe ou não sabe quem ela é, sugiro que você eleja uma. Escolha uma mãe, pois antes de sermos adotados, podemos adotar. Então, feliz dia das mães e feliz dia aos filhos biológicos. Obrigado Beni, obrigado Rosa e obrigado as mães que me deram parte de suas maternidades na minha criação; tia Irene, vovó Justina, dona Eulina, dona Raquel, dona Helena Amorim e as mães dos meus amigos da Rua Princesa Iizabel, na Vila Belmiro, em Santos, além das minhas professoras do Colégio Olavo Bilac e Colégio Canadá.

Os textos do Prof. Tejon são originalmente publicados no blog Cabeça de Líder do Portal Exame  e republicados às sextas-feiras em +ESPM. Todas as informações e opiniões expressas no texto são de responsabilidade do autor.

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Quem Escreve?

imagem de José Luiz Tejon

José Luiz Tejon

é professor de Agronegócios da Pós-Graduação da ESPM-SP

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