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O Stalker do bem nas mídias sociais

Autor: Rafael Terra
14 abr
Outra grande vantagem dos dados gerados nas mídias sociais é a possibilidade de realizar benchmarking competitivo

O seu papel é investigar o consumidor e o concorrente, coletar dados e customizar informações e ofertas.

A relação entre marca e consumidor nas mídias sociais deve ser tratada como uma amizade. E só é sustentada com assuntos em comuns. E é aí que está um dos principais erros na gestão destes canais: algumas empresas esquecem que estão numa conversa e geram somente monólogos. É como aquele amigo chato que só fala de si e rapidamente caímos no tédio. Mas como ter uma estratégia realmente assertiva neste cenário? Aqui entra em cena o “stalker do bem”, o seu papel é investigar o consumidor e o concorrente, coletar dados e, de forma estratégica, customizar informações e ofertas.

Diferente dos stalkers dos seriados americanos - que importunam de forma insistente e obsessiva uma outra pessoa – nas mídias sócias este profissional deve usar os dados para criar contexto e motes de relacionamento e venda. Seu principal aliado será o monitoramento contínuo. É através dele que podemos antecipar demandas, prever crises e até puxar papo com o consumidor.

Vamos dar start ao trabalho de “stalker”. Faça uma lista de uns 50 clientes reais, aqueles que mais compram ou têm relação com sua marca. Agora vá futricar - no bom sentido. Colete que informações eles estão postando na web, que conteúdo consomem. A partir daí você terá um termômetro de que assuntos abordar nas suas páginas. Outro ponto alto aqui é descobrir como seu prospect descreve sua profissão no Facebook. Explico: os anúncios em cima de cargos são os que mais funcionam. E as pessoas, mesmo com cargos parecidos, colocam nomeações diferentes. Por exemplo: um diretor de marketing de uma empresa pode colocar em sua descrição: “diretor de comunicação”, “diretor senior de marketing”, “diretor de marketing e comunicação”. Ou seja: todos são seus prospects. Mas se você não stalkeá-los não terá os dados necessários para seus anúncios e conteúdos serem efetivos e trazer um bem para a marca - seja compra, lead ou engajamento em seu conteúdo.

Outra grande vantagem dos dados gerados nas mídias sociais é a possibilidade de realizar benchmarking competitivo sem ganhar um centavo. O primeiro passo é a escolha dos concorrentes. Feito insto é hora de coletar os dados que deseja analisar e realizar comparativo – sejam números de fãs, de compartilhamento ou menção de determinado produto ou serviço. Existem muitas ferramentas que ajudam neste     processo. O site Page Match, por exemplo, compara o desempenho de páginas no Facebook de forma gratuita. Ver em www.pagematch.zubit.com. Em um clique você extrairá dados importantes sobre o seu nicho de mercado. Após a formatação dos dados, é hora de criar gráficos comparativos. Mas grande ganho deste estudo será os insights gerados a partir dele.

Depois de conhecer os hábitos dos clientes e concorrentes nas redes sociais é hora de customizar. Utilize estes dados como vantagem competitiva real. E isso é possível quando você gera ações em cima deles. Por exemplo: a maioria das lojas envia e-mail marketing de Feliz Aniversário ao seu cliente. Só que quase todos são frios, não geram laços. Agora, se você fizer um e-mail customizado criando algum elo com as fotos do Instagram deste cliente: tenha certeza que ele vai adorar e até compartilhar. Se sua marca possui um e-commerce é um prato cheio. Crie ofertas customizadas em cima do comportamento dos seus usuários. Os anúncios de remarketing no Facebook também são uma boa forma de customizar uma oferta em cima dos rastros que o consumidor deixa na web.

Artigo publicado originalmente no Caderno Especial Jornal do Comércio em 28 de março de 2016. As opiniões aqui expressas são de responsabilidade do autor.

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Quem Escreve?

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Rafael Terra

é CEO da Fabulosa Ideia e professor de MBAs da ESPM e PUC-RS.

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