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Em busca da diversidade (plena)

Autor: Simone Ávila
26 jan
O desafio da gestão de pessoas no universo da diversidade cultural é tema de palestra na ESPM Sul

A ESPM Sul realizou, na última quarta-feira, 21 de janeiro, a palestra Gestão de pessoas: o desafio da diversidade cultural, ministrada pelo professor dos cursos de  MBA da unidade – dentre os quais Gestão de Vendas e Relacionamento, Marketing Estratégico e Executivo Internacional –, Paulo Amorim.

No encontro, Amorim trouxe uma visão sensível, humanizada e generosa sobre a questão da diversidade e o desafio de compreendê-la no contexto contemporâneo das organizações. E tudo isso permeado por histórias bem-humoradas sobre as viagens que fez a países como China e Índia, contando como ele próprio construiu seu conceito de diversidade e como tenta praticá-lo no dia a dia. “Diversidade é um tema muito em voga hoje em dia e que está presente em todos os noticiários, podendo inclusive ser utilizada para mudar o rumo dos negócios dentro de uma empresa”, destacou.

O ex-executivo e agora palestrante trouxe uma percepção muito singular do que é diversidade e das dificuldades em entender e vivenciá-la na rotina. “Antes o conceito era bem restrito, o foco eram as comunidades religiosas, raciais, com orientações sexuais diferentes, entre outras, mas a diversidade tem muitas dimensões em nossa vida”, explicou e complementou: “Diversidade somos nós, não é um objetivo, é uma realidade. Não existem duas pessoas iguais, por isso diversidade é o ser humano”.

Amorim destacou que, entre as principais dimensões da diversidade, estão a idade, estado civil, raça, diversidade, deficiência, cultura e orientação sexual e destacou algumas delas, como por exemplo, o fator idade e o conflito de gerações. “A idade, do ponto de vista da diversidade, não é a idade em si, mas a longevidade, a qualidade de vida. Hoje as pessoas estão entrando cada vez mais cedo no mercado de trabalho e saindo cada vez mais tarde ou, até mesmo, retornando depois da aposentadoria, então é outra dimensão, outra relação que se estabelece entre as pessoas”, enfatizou. O professor apontou os conflitos de gerações neste contexto multicultural da diversidade nas organizações como um ponto muito importante. “Este é um processo que não vai mudar e teremos que descobrir como conviver com essas diferenças em um espaço no qual possamos trocar e compartilhar conhecimento e experiências, que, acima de tudo, beneficie a todos na corporação”, alertou.

Outro ponto destacado pelo palestrante foi a dimensão da diversidade no que se refere à orientação sexual, que, segundo ele, chama a atenção cada vez mais nas organizações. “O que nós seres humanos sempre quisemos foi sermos respeitados pelo que somos e aceitos. Só que agora queremos isso também dentro das organizações, já que não existe mais a divisão entre vida pessoal e profissional, somos múltiplos, é tudo uma coisa só”.

A cultura sob a visão antropológica também foi outro aspecto considerado de grande relevância na compreensão do processo das dimensões da diversidade. Amorim explicou que antigamente os conceitos que determinavam e definiam as diferenças de cultura entre as pessoas eram características biológicas e geográficas. De acordo com Amorim, por meio de estudos comprovaram-se algumas questões que derrubaram a tese de que biologia e geografia são determinantes na cultura. E citou constatações como: o nível das aptidões é quase o mesmo em todos os grupos genéticos; as diferenças genéticas não são determinantes das diferenças culturais; muitas atividades atribuídas às mulheres em algumas culturas podem ser desenvolvidas por homens em outras, e o comportamento depende, sobretudo, do aprendizado.

Desafios da diversidade – Durante o bate-papo, Amorim destacou dois fatores que impactam diretamente sobre a diversidade. E, por consequência, em nossa “dificuldade” em percebê-la e lidar com esse conceito, que parece, em um primeiro momento, tão único e essencial, mas que, na verdade, é composto por algumas complexidades. “Quando a gente quer estar aberto à diversidade, existem alguns grandes problemas, entre eles estão as distorções perceptivas, a percepção seletiva e o etnocentrismo”, esclareceu. Em contrapartida, como facilitadores desta compreensão, estão os conceitos de percepção objetiva e o relativismo cultural.

De acordo com o palestrante, a “distorção perceptiva” é a maneira como enxergamos o que é novo e diferente dentro da nossa “percepção seletiva”, que é a bagagem de vida que acumulamos, desde nossa origem, educação, formação, colegas, amigos, relacionamentos, experiências e que formam nosso comportamento, já que utilizamos como referência e, inclusive, possíveis “pré-conceitos”. O etnocentrismo também é outro elemento “complicador”, já que se define em olhar o mundo por meio da sua própria cultura, ou seja, enxergar as outras culturas com base somente no seu próprio conhecimento de vida dentro da percepção seletiva. “É preciso passar do etnocentrismo, também tão manifestado aqui no Brasil, e principalmente, no Rio Grande do Sul, para o relativismo cultural, muito mais abrangente e enriquecedor”, sugeriu. Já a “percepção objetiva” é o grande exercício da diversidade, segundo Amorim. “Para criar um conceito de diversidade pura, é preciso entender o ser humano, precisamos trabalhar a questão da percepção seletiva e do etnocentrismo com ferramentas como o autoconhecimento, a abertura e aceitação, o aprendizado contínuo e a prática”, finalizou.

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Quem Escreve?

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Simone Ávila

é jornalista pela PUC do Rio Grande do Sul. Foi assessora de imprensa da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) e do Ministério Público do Trabalho/RS, este último durante três anos. Atualmente é assessora de imprensa da ESPM Sul e colaboradora de +ESPM.

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