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A inovação, segundo a Gerdau

Autor: Cris De Luca
14 set
Os executivos da Gerdau Leonardo Comparsi de Oliveira e Luiz Fernando Medaglia falam de inovação durante a Semana do Administrador da ESPM Sul

Auditório lotado acompanhou a palestra dos executivos da Gerdau ba ESPM Sul. Foto: Iago Vilela

A gestão da inovação foi o tema da palestra dos executivos da Gerdau – o líder de inovação, Leonardo Comparsi de Oliveira e o consultor de inovação e sistemas de gestão, Luiz Fernando Medaglia –, na noite de 10 de setembro, durante a programação da Semana do Administrador, na ESPM Sul. Entre as questões apresentadas pelos especialistas estavam três pontos-chaves: a velocidade da mudança, o que é inovação e como inovar. Eles ainda apresentaram a estrutura da gestão da inovação da Gerdau. “Antes de tudo é necessário saber que é possível criar sem ter um ponto de partida. Troque o ‘sim, mas’, que é um innovation killer, pelo ‘sim, e’. É importante exercitar essa nova forma de abordagem, se quisermos investir cada vez mais em inovação”, afirmou Medaglia.

Oliveira apresentou logo no início uma linha do tempo de inovação de um produto e lembrou aos estudantes que a primeira imersão de mobilidade na tecnologia aconteceu com o Walkman, em 1979. “A inovação da Apple foi com o modelo de negócio quando lançou o iPod, em 2001. Era um jeito único de vender música, mas a tecnologia para o produto já estava ao alcance de todos”, lembrou.

O líder explicou que o mundo, que sempre foi pensado de forma local e linear, passou a ser global e exponencial. “Nosso pensamento é linear. Para projetarmos o futuro sempre olhamos para o passado. A partir de agora temos que pensar o futuro olhando para o que temos, porque ele acontece de forma exponencial. Cloud computing, internet das coisas, economia compartilhada, creative commons, drones, nanotecnologia. Todas são tecnologias que já estão ao nosso alcance, que estão acontecendo e que irão mudar muito a nossa vida, de forma rápida. Mudarão radicalmente o mundo onde a gente vive”, destacou Oliveira.

Medaglia ressaltou que, conforme afirma Peter Drucker, a inovação é uma ferramenta de empreendedores, o meio pelo qual se explora a mudança como oportunidade para um negócio ou serviço, para diferenciação.  “Mas o que é inovação? O que o mercado entende como inovação? Duas coisas são certas: pode se aprender a ser inovador, e a inovação tem que dar resultado. E como estruturamos o processo na Gerdau? Para a gente, inovação é um produto, um processo, um serviço, um modelo de negócio, um modelo de gestão novo que gera valor de negócio para a empresa”, explicou Medaglia.

O consultor apresentou as principais áreas em que a inovação é trabalhada na Gerdau: Inovação estratégica – tendência para os próximos 20 anos para buscar espaço de diferenciação; Inovação radical – disruptiva para se reinventar e quebrar paradigmas; Inovação incremental – que otimiza e é constante; Inovação tecnológica – pesquisa e desenvolvimento de produtos; Open innovation – apoios externos de universidades, consultorias, trazendo conhecimento de fora da empresa; e Building blocks – processo de apoio para mudar a cultura da organização, alinhado aos objetivos estratégicos, treinamento de pessoal, desenvolvendo a cultura de inovação.

E como inovar? Os executivos deram como exemplo as etapas de uma Inovação Radical na Gerdau e explicaram o passo a passo de cada uma. O primeiro ponto é saber qual o desafio a ser enfrentado e montar o time de trabalho, que irá funcionar como facilitadores do processo. As etapas seguintes são chamadas de triple Diamonds, nas quais figuram pensamentos divergentes e convergentes. A primeira delas é Novas Perspectivas: o olhar para fora e o cenário em torno do desafio. Neste momento são utilizadas algumas lentes como: saber as ortodoxias da empresa (dogmas), quais são as competências-chaves, quais as tendências de negócios, de comportamento, de consumo, e as necessidades dos stakeholders (não verbalizadas).

A segunda fase é a Ideação: procurar ideias, exercitada em workshops, nos quais é importante ter opiniões divergentes para depois convergirem, trabalhar com quantidade e diversidade de pontos de vistas. A terceira parte é a Experimentação: testar para ver se a solução se sustenta, é a etapa dos laboratórios, saber a viabilidade, testar premissas, falhar rápido e barato. “Aceite e valorize a falha. Ela é parte do processo. É apenas uma forma que não deu certo. Mude a perspectiva. Não se conforme com mais do mesmo”, destacou Medaglia, lembrando que só depois de todos esses passos cumpridos é que se chega ao projeto, que se começa a ação. “Colocamos em prática alguns conceitos do agile manifesto, bastante utilizado no gerenciamento de projetos de TI, que são: os indivíduos e interação entre eles; o importante é um software funcionando; colaboração com o cliente; e responder as mudanças mais do que seguir um plano”.

Oliveira finalizou a palestra listando um resumo do que é necessário para inovar: mudança cultural, observação, abertura da liderança, intraempreendedorismo, questionar, divergir para convergir, associar, autonomia (o líder não interferir no trabalho do dia a dia), diversidade, experimentar e networking.

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Quem Escreve?

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Cris De Luca

é jornalista formada pela UFSC, mestra em Comunicação pela PUC-RS e cursa Relações Públicas da UFRGS. Atua em assessoria de comunicação e comunicação corporativa coordenando a equipe de redação da BH Comunicação. Possui também MBA Executivo em Marketing pela ESPM Sul

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