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A vida não é algo previsível

Autor: Cris De Luca
23 set
O diretor criativo da Grendene, Edson Matsuo, participa do Arena Fashion da ESPM Sul e fala sobre a importância de se trabalhar em colaboração

Edson Matsuo falando sobre o processo criativo da Grendene na ESPM Sul. Foto: Iago Vilela

Edson Matsuo, diretor criativo da Grendene, afirmou ser fascinado por erro, durante a palestra que fez aos alunos de MBA da ESPM Sul, na noite de  15 de setembro. “A vida não é algo previsível. Digo sempre que sou o CMO da empresa, Chief of Mistake Officer. Eu estou aqui por causa de um erro. A Grendene começou errando, fabricando garrafões plásticos”. O executivo, que está há 30 anos na empresa, lembrou que erro ou crise, em japonês, é a união de duas palavras: risco e oportunidade. “Durante este período, é você decide no que quer apostar mais”, disse.

“Quando o presidente, lá em 1985, me convidou para fazer parte da equipe da Grendene, falei para ele que não sabia fazer sapato. E ele me respondeu que eu aprendia rápido e que o pessoal da fábrica poderia me ensinar”, lembrou Matsuo completando: “Eu comecei projetando uma bicicleta e acabamos produzindo o Rider”.

Sobre a Melissa, uma das marcas mais fortes do grupo, o diretor criativo lembrou que ela nasceu em 1979, com o modelo Aranha, inspirado na Riviera Francesa. E que, em 1984, já fazia colaboração com estilistas internacionais, entre eles, Jean Paul Gaultier. “As parcerias com outras marcas e artistas têm que ter o DNA deles. E quem trabalha sozinho, isolado, deve começar a repensar isso”, apontou.

Hoje, a Grendene fabrica mais de 250 milhões de pares de calçados por ano, possui 26 mil funcionários, sendo 205 na gestão do Design. Além de 13 fábricas, ter escritório na Itália e estar presente em 90 países, a empresa ainda conta com a Casa Ipanema, no Rio de Janeiro, três Galeria Melissa (São Paulo, Nova Iorque e Londres) e 191 Clubes Melissa. “Por mais que estejamos em diversas pares do mundo, temos orgulho da nossa origem, de ser de Farroupilha. Saímos da Serra para o Soho, mas sem perder a essência”, brincou o convidado.

Um dos grandes questionamentos dos alunos ao diretor criativo foi como uma marca como Melissa lida com a concorrência. “Estive viajando de moto para Machu Picchu e no interior do Peru encontrei muitas cópias de Melissa e outras marcas da Grendene, inclusive algumas que já saíram de linha. Mas não em preocupo com isso. Melhor encontrar cópias nossas, do que do concorrente. Na verdade, os piores concorrentes das empresas estão dentro delas. O seu pior concorrente está dentro de você: é a preguiça, a arrogância, o medo, o deixar para fazer amanhã. É preciso ter self innovation”, respondeu.

Matsuo também explicou que, além de ter atenção para dentro das empresas, é necessário trabalhar em colaboração, como eles já fizeram com fãs da Melissa, com  crianças e estudantes de Design no Brasil, na Suíça e na França, para desenvolver novas possibilidades. “Mas o que é uma boa ideia? Uma ideia não quer dizer nada se não for executada, se perde. Por isso devemos trabalhar ‘colaborativamente’. A melhor inovação não é a tecnológica, é como as pessoas funcionam em colaboração. Isso é o futuro da sustentabilidade social. O ‘design para servir’ é a mais importante ferramenta colaborativa destruidora de impossibilidades porque o sorriso é a alma da cultura colaborativa e também a menor distância entre as pessoas”, finalizou. Confira os melhores momentos da palestra nas fotos de Iago Vilela.

 

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Quem Escreve?

imagem de Cris De Luca

Cris De Luca

é jornalista formada pela UFSC, mestra em Comunicação pela PUC-RS e cursa Relações Públicas da UFRGS. Atua em assessoria de comunicação e comunicação corporativa coordenando a equipe de redação da BH Comunicação. Possui também MBA Executivo em Marketing pela ESPM Sul

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