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Cidadania como negócio

Autor: Julia Sales
07 jul
Projeto Ruas leva cidadania aos bairros cariocas. Idealizador formatou negócio após passar pelo Social Business Centre da ESPM Rio

Abordar pessoas em situação de rua não é nada fácil. Dar o peixe sem ensinar a pescar é uma solução temporária. Foi nessa pegada que Murilo Sabino decidiu deixar o cargo de trainee da Coca-Cola para transformar um projeto social em um negócio de impacto social, que tem como principal objetivo transformar e impactar as comunidades em que estão inseridos, dentro de um modelo sustentável.

Em 2014, o Projeto Ruas – que ainda não tinha esse nome – começou a atuar, mas ainda sem muita estrutura: basicamente um grupo de amigos passou a distribuir material de higiene pessoal e alimentos a pessoas em situação de rua no Leblon, na Praça Cazuza, toda terça-feira. Logo depois a ideia se estendeu à esquina da Rua Nelson Mandela com São Clemente, em Botafogo.

No ano seguinte, quando o projeto começou a tomar corpo, Murilo Sabino veio para o Social Business Centre, da ESPM Rio, e fez o curso de extensão Desenvolvimento de Negócios Sociais e Inclusivos, para ampliar os conceitos sobre o modelo de negócio social. “Foi depois de passar pela ESPM Rio que consegui estruturar o Projeto Ruas, entender o que era preciso para engajar a comunidade, conseguir estudar e replicar o modelo e também monetizá-lo”, explica.

Hoje, já são mais de 20 voluntários fixos, que usam a entrega das doações como um atrativo para estabelecer um canal com as pessoas em situação de rua: palestras motivacionais (na rua!) com médicos e psicólogos parceiros e instruções sobre como retirar documentos pessoais são alguns dos exemplos que estão dentro do escopo de atividades que visam estimular àqueles que estão nas ruas. “A ideia é motivar. Unir informação e estímulo, de maneira que as pessoas em situação de rua saiam do antagonismo para o protagonismo. Nossa métrica de sucesso é ver se conseguimos fazer alguma diferença na vida dessas pessoas”, explana Sabino.

Ao chegar nos bairros, o Projeto Ruas avisa a comunidade e também faz uma chamada aberta nas redes sociais para integrar e formar uma equipe naquela região que possa replicar o modelo do projeto, no formato chamado de “franquia social”. “Hoje, a gente distribui material de higiene pessoal basicamente proveniente de doações. Nossas casas funcionam como pontos de coleta. A alimentação vem de doação de empresas parceiras. Mas é importante que os insumos venham do mesmo bairro em que a ação acontece”, pondera o criador do projeto, que aprendeu, durante o curso, que dentro do modelo de impacto social, é preciso engajar a comunidade ao redor para conseguir melhorar ou sanar o problema em questão.

Mas como monetizar o Projeto Ruas?

Murilo tem três ideias: a primeira delas é a Micro Doação Intermediária, que consiste em parcerias com outros estabelecimentos, que cobrariam uma taxa simbólica ao final de compras feitas on-line. A taxa seria doada diretamente para o projeto. O Ruas já conta, hoje, com a parceria com o W Sushi, restaurante delivery de comida japonesa. A segunda ideia é ampliar os pontos de coleta de doações na loja Onit, na Barra de Tijuca, e levantar um projeto de crowdfunding para criar camisas do Ruas. A terceira ideia de monetização é criar um produto social do projeto, que pode se aliar a empresas no segmento de responsabilidade social.

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Quem Escreve?

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Julia Sales

é formada em Jornalismo pela UFF. Já foi produtora de reportagem na Globo News e TV Bandeirantes e repórter do O GLOBO. Atualmente é assessora de imprensa da ESPM.

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